quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

AGRADECIMENTO - NATAL NO HORTO FLORESTAL

Ola.
Não sei se por estes email , as palavras chegaram à todos.
Tentei pesquisar os email, porem encontrei só de alguns
Desculpe, por realmente não saber os nomes de todos a quem me dirijo e presto os agradecimentos e os elogios!.
Na verdade o nome neste momento não tem grande relevância ; Afinal todos, todos fizeram este espetáculo muito lindo.
Escrevo em nome de minha família e principalmente em nome de minha mãe Carmelita de 84 anos (ela pede que fale em nome dela)
Estávamos no Horto Florestal no domingo e fomos presenteados com musica no Coral.
Quero parabenizar maestria Lidia a seu empenho a todo momento em que pude mesmo sem conhecimento nesta área observar. Acredito que você tenha sido a responsável pela coordenação deste evento, e por fim os responsáveis pelo parque Horto Florestal que nos proporcionou tal alegria!
Quero parabenizar também a todos os maestro alguns, que mesmo eu não entendo bem de musica, achei que dirigiram muito lindo seu s corais. Alguns nomes eu consegui ; Roberto Anzai/Lidia de Godau/Tato Fischer, mas quero estender a todos! (sem esquecer de nenhum pede Sra. Carmelita)
E por fim a todos os cantores que emocionaram a toda minha família, as crianças “cantantes” que ouvi que vieram de longe.. mas não apresentavam cansaço, cantaram muito, muito lindos. "Por favor diga que adorei eles"
Minha mãe pediu para não esquecer de dois momentos inesquecíveis (ela esta aqui ao lado), porem não sabe computador... Insiste a todo o momento que escreva a vocês que ela adorou, se emocionou com "o moço.. é o maestro, que tinha o grupo dos senhores de idade “ o maestro Tato, ela diz assim: Filho aquele, é aquele moço com voz doce e cachos loiros no cabelo parecia um anjo . “Filho; diz pra ele que já aprendi até a musica canta garganta seu males espanta deixe no ar... quero mais (acho que é assim a letra) “ Só minha mãe mesmo!
Começamos a rir agora com o Japones vestido de arabe de um baixinho de turco de uma moça super engraçada que empurrava no "Trem das Onze" perfeito rimos muito nesta hora!
Por fim ela pede pra dizer que recebeu o maior aperto de mão e o maior abraço do mundo, com a musica aperte a mão do amigão rs... toda hora ela sai cantando e comentando esse momento emocionante, aqui em casa.
Havia uma participante do Coral, uma moça de cabelos claros e compridos que estava cantando no canto com as crianças, nao conseguimos saber o nome dela, acho que nao escutou quando perguntamos a ela, pois estava cantando e dando as mãos as demais pessoas também..... a camiseta dizia Ecoart. Ela cantava ensinando os passos as crianças que sorriam pra ela , e por vezes ela olhava para as pessoas que estavam assistindo. Parecia que que contava contando uma história vivendo a mesma emoção que sentiamos embaixo do palco. ela fazia da musica uma história cantante ! ( dizia minha mãe no dia e agora também.). Claro e sem duvida que os demais integrantes foram otimos , os elogios também se estendem aos outros cantores cada um no seu pedacinho, a todos sem exceção.
Ela brinca agora; que o Natal não é mais vermelho que estamos no Brasil e que a maestra ensinou que então o Natal agora é verde e amarelo, que linda musica... lindo ,lindo, tudo! não cansamos de dizer.
Obrigada a todos que em conjunto que nos deram a oportunidade única de ter feito na simplicidade, minha família e principalmente minha mãe feliz.
Feliz natal e Ano Novo a vocês.
SP 19-12-2011
Escrito por ; Eng°Oscar Gerutti
A pedido da Sra. Carmelita Gerutti Favaro

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

RELAÇÃO DAS CANÇÕES PARA OS EVENTOS DOS DIAS16 E 17

Repertório para os dias 16 e 17 de dezembro de 2011.
1.      Cessarebiá
2.      A Correnteza
3.      Água de Beber
4.      Dindi
5.      Flor Amorosa
6.      Carinhoso
7.      Caçador de mim
8.      Hodie Christus + Tocam os Sinos
9.      Te Deum
10.  Presépio
11.  Nasceu o Salvador (Júlio)
12.  Jesus Nasceu (Vinde Cantai)
13.  Natal dos Caboclos
14.  Natal Menino
15.  Batuque Natalino
16.  Linda Estrela


·         16 /12 (sexta-feira) às 20h – Na Vila Esperança
Saída da Faculdade Cantareira às 18h

·         17/12 (sábado) às 10h – Em São Miguel Paulista
Saída da Faculdade Cantareira às 8h30 da manhã

Obs: Uniforme para os dois dias: Calça preta e camisa vermelha

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

NATAL TROPICAL - HORTO FLORESTAL - 11/12/2011 -PROGRAMAÇÃO

coralistas - atenção à programação para o evento NATAL TROPICAL

PROGRAMAÇÃO

9h  -  lanche  coletivo na estação vida
9h40 – aquecimento das vozes
10h – 8 corais se colocando nas 8 paradas determinadas para  o canto
10h30 - 1 a. Apresentação de 3 músicas por cada um dos 8 grupos.
11h   -  2 a. Apresentação  de 3 músicas com troca de local pelos grupos vocais
11h30 - 3 a. Apresentação com nova troca de local
12h - concentração de todos os 8 grupos , no palco para cantarem juntos o seguinte repertório comum:
1- Presépio – Sergio Vasconcellos Correia
2 -Natal Caboclo - Paraguassú - arranjo de Samuel Kerr
3- Batuque Natalino - Yara Campos
Encerramos cantando uma música junto com  o público: "Jingle Bells"
Término da atividade 13hs
Observações:
·         Teremos água para os coralistas ao lado do palco e na estação vida.Favor levar garrafinhas para pegar a água dos bebedouros naturais e dos colocados para o evento.
·          O Horto tem banheiros: 1- junto à entrada principal; 2- no Museu do Horto; 3- em frente ao campo de futebol;
·         Como o lanche será servido às 9h, é necessário levar algum tipo de alimentação rápida e prática, pois dentro do Horto não temos lanchonetes e nem barracas.

Locais combinados -  nestes locais haverá uma sinalização escrita : CORAL – PARADA 1 ou 2 , etc...

1- Portão de entrada principal;
2-Na frente da Casa do Governador;
3-Na ilha do horto;
4- Na frente da porta do Museu Octavio Vecchi;
5- Na escada que desce do Museu;
6-Em frente a Estação Vida;
7- Perto da Policia Ambiental – perto do estacionamento atrás do Horto;
8- Depois do Parque Infantil; antes da biquinha – na frente do arvoredo.

*No caso de chuva, nos será oferecido o espaço da "Estação Vida" - ao lado do Campo de Futebol... (onde será dado o lanche inicial)

Uniforme – se possível para todos os grupos usar calça branca e blusa vermelha, com boina ou chapéu vermelho de natal.
Pensamos na possibilidade de Dois dos grupos (que não estarão de uniforme) se colocarem no meio do público em volta do palco como platéia... E de repente quando começa a música sair do lugar (colocando um gorro vermelho) cantando e interagindo com o público,


Divulgação – que todos os coralistas divulguem o evento
1-nos jornais e revistas da Zona Norte
2-Faixas colocadas em lugares estratégicos
3- folhetos e panfletos



Necessidades de áudio:
1- 8 microfones para grupos vocais
2- 2 microfones sem fio
3- extensões para o teclado
4- cabos P10 para ligar o violão e o teclado
5- várias caixas de som e caixas de retorno


cálculo estimado de pessoas que cantarão – 250 a 300coralistas




Grupos Vocais participantes:


1-  Grupo Vocal Ecoart  Lydia de Godau Pereira - 55
Paradas 1 – 2 – 3 - palco

2-   Tato – Tato  Fischer - 20
Paradas 2 – 3 – 4 – palco

3-   Coral UP Musical - da Unimed Paulistana - Vera Novak – 17
Paradas 3 – 4 – 5 - palco

4-   Coral Arcanjo Micael -  Felippe Zanoni – 46
Paradas 4 – 5 – 6 - palco

5-   Coral Infanto-Juvenil de Taubaté – Denise Marques– 40
Paradas 5 – 6 – 7 – palco

6-   Coral da Cultura Inglesa30
Paradas 6 – 7 – 8 - palco

7-    A música venceu  25  - Silvia Schuster
Paradas 7 – 8 – 1 - palco

8-   Grupo Vocal Vozes da Cantareira – Roberto Anzai -  46
Paradas 8 – 1 – 2 - palco


postado por Yara - 10/11/2011 - 21.02 h

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

MÚSICAS, VÍDEOS, PARTITURAS PARA APRESENTAÇÃO DO NATAL TROPICAL














LETRAS



- PRESÉPIO
CÉU DE ESTRELINHAS DOURADAS,
ESTRELAS DE PAPELÃO,
BRANCAS NUVENS FABRICADAS DA PLUMAGEM  DO ALGODÃO.
ANJOS SOLTOS PELOS ARES, PEIXES SAINDO DOS MARES.
FERAS CHEGANDO ALÉM MARCHA TUDO E VEM NA FRENTE: OS REIS MAGOS DE BELÉM.
-BATUQUE NATALINO DO MENINO SÓ – Ana Yara Campos (7 partes) Cânone
1-Olha o menino sambando na rua – Aleluia, Aleluia  -Vai batucando seu sonho Aleluia– Aleluia, Aleluia
2-Lojas abertas até meia noite – Aleluia, Aleluia   Luzes , brinquedos, vitrine enfeitada  – Aleluia, Aleluia
3-Super Heróis no olhar do menino– Aleluia, Aleluia - Mas o dinheiro não dá Aleluia– Aleluia, Aleluia
4-Quanta gente... – Aleluia, Aleluia  -   Vai levando..... – Aleluia, Aleluia
5-É verão , Natal . Dezembro........Dentro de um novo milênio  - Ô....ê ô.........ê ô..........ê  ô  (bis)
6-Menino Jesus hoje eu queria Lhe pedir, que interrompesse todo mundo p’ra escutar a Sua voz.
7-Conte-nos de novo a Sua história p’ra que fique na memória mais profundo sentimento do Natal!!!Final : olha o menino sambando na rua!!!

-NATAL DOS CABOCLOS – Paraguassú - Arranjo:- Samuel Kerr
1ª voz: Toca alegre o sino na Igreja da serra...
*Noite de alegria, noite de amor, nasce nesse dia, Cristo Redentor (bis)
Como é divinal lá no meu Sertão ao chegar Natal. Toca alegre o sino na Igreja da Serra é o Senhor Menino.Toca alegre o sino (2x) Noite de alegria...*  Nesta noite bela, ninguém tem preguiça, pois vão pra capela Todas as crianças já estão contentes cheias de esperanças
Toca alegre o sino (2x) Noite de alegria...*
A cabocla a pé sem ter muita pressa vem cheia de fé. E lá pela estrada, montada a cavalo, corre a caboclada.Toca alegre o sino (2x) Noite de alegria.........Toca alegre o sino na Igreja da Serra.
2ª.voz:-  Toca alegre o sino ...*Noite de alegria, nasce nesse dia o redentor (bis)Como é divinal lá no meu Sertão ao chegar Natal.
Toca alegre o sino na Igreja da Serra -  É o  Menino que desceu à Terra (bis)
*Noite de alegria...Nesta noite bela, ninguém tem preguiça, pois vão pra capela
Todas as crianças já estão contentes ,È o Menino que desceu à Terra (bis)
*Noite de alegria...A cabocla a pé sem ter muita pressa vem cheia de fé
E lá pela estrada, montada a cavalo, È o Menino que desceu à Terra (bis)
*Noite de alegria... Toca Alegre o Sino.
3ª.voz :- Toca alegre o sino ...Noite de alegria, noite de amor, nasce nesse dia Cristo Redentor (bis)
Como é divinal lá no meu Sertão ao chegar Natal, quanta tradição. Toca alegre o sino na Igreja da Serra, É o Senhor Menino que desceu à Terra .È o Menino que desceu à.... É o Menino que desceu à Terra.
*Noite de alegria...      Nesta noite bela, ninguém tem preguiça, pois vão pra capela, Assistir à missa..
Todas as crianças já estão contentes,cheias de esperanças de ganhar presentes...
É o Senhor Menino que desceu à... É o Menino que desceu à Terra.
*Noite de alegria.........A cabocla a pé sem ter muita pressa vem cheia de fé, fazer a promessa
E lá pela estrada, montada a cavalo,  corre a caboclada pra missa do galo
*É o Menino que desceu à... É o Menino que desceu à terra.
o
Gravações no YouTube



quinta-feira, 29 de setembro de 2011

TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO - 100 ANOS

Inaugurado em 12 de setembro de 1911 - provocando o primeiro congestionamento da cidade com cerca de vinte mil pessoas do lado de fora - o Teatro Municipal de são Paulo é um dos maiores símbolos de nossa vida cultural.Reaberto recentemente após sua terceira reforma, ele celebra seu centenário preparado para vencer novos e fundamentais desafios.

PERFIL

1530 lugares (incluindo poltronas para obesos, espaço para cadeirantes e acompanhantes)

- Pianos:
Dois pianos Steiway, um yamaha e um bösendofer (cauda inteira), dois outro pianos meia cauda)

- Tecnologia de palco:
Varas com motores de velocidade variável, varas contrapesadas e tres mesas de operação para os equipamentos.

O Teatro Municipal possui 415 artistas, 800 alunos de música na Escola Municipal de Música e 400 alunos  na Escola Municipal de Dança.

O orçamento anual destinado à programação é de R$ 15 milhões.

UM POUCO DE HISTÓRIA

Como era de se esperar, assim que inaugurado,  O Teatro Municipal tornou-se o principal local para apresentações artísticas na cidade. As companhias estrangeiras em turné  pela América do Sul, passavam a ter em São Paulo um lugar digno para se apresentar, que não fazia feio frente a nenhuma grande casa européia. Por seu palco passaram nomes como os cantores Maria Callas, Renata Tebaldi, Enrico Caruso e Beniamino Gigli; o regente Arturo Toscanini; os pianistas Claudio Arrau, Magdalena Tagliaferro e Arthur Rubinstein; os bailarinos Ana Pavlova, Nijinsky, Isadora Duncan, Rudolf Nureyev e Baryshinikov; e os cantores ppopulares Duke Ellington e Ella Fitzgerald, entre muitos outros. Foi também o palco do Municipal paulista que sediou um dos mais importantes eventos culturais brasileiros do século XX: a Semada de Arte Moderna, de 1922. Além de eventos esporádicos, o teatro foi constituindo corpos estáveis como a Orquestra Sinfonica Municipal ( em 1921), o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo (em 1935) e os corais Paulistano (em 1936) e Lírico (em 1939).

CONHECENDO O TEATRO MUNICIPAL

Fazer uma visita monitorada ao teatro é um programa concorrido, que deve ser marcado com antecedência: há grupos de crianças, turistas de outras partes do Brasil e alguns moradores da cidade que, acostumados a visitar teatros e museus quando viajam, confessam envergonhados não conhecer um dos maiores símbolos de sua própria cidade. A expressão dos visitantes que pela primeira vez adentram ao espaço é de encantamento. Apesar de tanto tempo decorrido, tal reação deve ser parecida com a do público que, no dia 12 de setembro de 1911,  entrou pela primeira vez  no Municipal para assistir à célebre barítono Tita Ruffo em Hamlet, de Ambroise Thomas.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011







CANTO PELA PAZ


Convidamos todos a participar de um grande coro pela paz que se apresentará em 11 de setembro, ao meio-dia, na abertura do evento Revelando São Paulo http://revelandosaopaulo.org.br/ .

A obra será o coro da "Ode à Alegria", da 9ª Sinfonia de Beethoven, cantada em espanhol. A escolha do idioma se deve ao fato de que este momento será televisionado ao vivo e divulgado, pela internet, aos cinco continentes.

Vamos somar nossas vozes para que este cântico de alegria e paz vibre pelo planeta!


Ensaios: 03,07 e 10 de setembro, das 11h às 13h.
Faculdade Cantareira - www.cantareira.br
Rua Marcos Arruda, 729, Belenzinho.


Para mais informações, envie um email para: diretoria@cantareira.br

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

SPIRITUALS, JAZZ, GOSPEL- um pouco de história

SPIRITUALS

SPIRITUAL é uma das mais conhecidas formas da música popular americana. É uma forma secular de hino, cantado por um grupo de pessoas reunidas  ou enquanto trabalhavam nos campos. Isto explica porque é geralmente cantado em coro ou com um líder.
Os cantores de Spiritual freqüentemente enfatizam o ritmo, batendo com as mãos.   As melodias cantadas no Spiritual, algumas vezes são entendidas como melodias vindas da África, pelo ritmo forte e sentimental.  Porém, a origem do Spiritual deve ser encontrada entre os pregadores viajantes, tanto  branco quanto negro, que juntavam as pessoas em tendas ou mesmo sob o céu aberto, e lhes falavam  sobre a salvação dos pecadores. Uma parte importante dessas reuniões era CANTAR UM HINO.  Os negros trouxeram um talento musical extraordinário ao canto desses hinos: devemos lembrar que na época não existiam muitos livros com letras ou música dos hinos, assim a improvisação era necessária, e os negros eram excepcionalmente ricos na criação musical e tinham um profundo sentimento religioso. Trabalhos em carregamento de navios e nas plantações eram executados cantando-se Spirituals. Os escravos fundamentavam a maioria dos seus Spirituals em caracteres e histórias da Bíblia, e aqui está a origem  das  canções  também conhecidas como “ música Gospel”.
A maneira como essas histórias são contadas nos “ Negro Spirituals” mostra o colorido de sua imaginação e a fé simples. Muitos escravos pensavam neles mesmos como sendo os novos filhos  de Israel e esperavam por um “Moisés” negro para livrá-los da escravidão. Suas canções eram um apelo ardente e sincero. Entre os mais conhecidos  Spirituals estão:  Go down, Moses” e “Deep River”
                                                      GO DOWN, MOSES ( tradicional)
When Israel was in Egypt’s land,
Let my people go,
Opressed so hard they could not stand,
Let my people go,
So The Lord said,

Chorus:
“go down, Moses, way down to Egypt’s land,
Tell old Pharaoh to let my people go”.

So Moses went to Egypt’s land,
Let my people go,
He made old Pharaoh understand,
Let my people go,
“Yes”, the Lord said,

Chorus:
“ go down, Moses, way down to Egypt’s land.
Tell old Pharaoh to let my people go”.

“Thus spoke the Lord”, bold Moses said
Let my people go
“if not I’ll strike your firstborn dead”
Let my people go
Cause the Lord Said

A escravidão foi uma das causas da Guerra Civil. Para a maioria dos americanos do norte,  o mal  era insensivelmente formado no leilão de escravos, onde homens e mulheres eram oferecidos como gado, e famílias eram separadas e vendidas para diferentes compradores.

                                                                            JAZZ
Igual a outros importantes desenvolvimentos musicais, o jazz representa a combinação de vários sons e ritmos musicais.  O jazz desenvolveu-se usando praticamente todas as fontes melódicas e rítmicas encontradas na América. Podemos notar no jazz, traços de canções religiosas, de velhas canções inglesas, das canções dos negros, das danças francesas e do ritmo do “ragtime” ( um gênero de música popular onde o acento da melodia cai justamente antes da batida regular do acompanhamento). Podemos reconhecer também a expressão instrumental africana e o ritmo das danças montanhesas originárias da Inglaterra. Todos esses elementos foram juntados e modificados pelo Negro para produzir a maravilhosa música que chamamos de jazz.
O principal centro para esse desenvolvimento foi New Orleans, e há uma boa razão  para isso.  New Orleans, naquele tempo, era conhecida como a cidade do amor e do divertimento, onde mesmo um músico negro devia que ter um emprego.  Após a libertação dos escravos, muitos encontraram na música um meio de ganhar dinheiro. A razão para esta escolha não é difícil de ser compreendida: primeiramente, muitos negros já eram músicos, e o músico Negro freqüentemente tocava música nas plantações, nas grandes fazendas onde ele trabalhava e morava.  No Sul, nenhuma plantação importante funcionava sem um grupo de músicos negros  que tocavam nas festas. Mais importante, entretanto, foi o fato de que a música era uma das poucas áreas em que o homem negro podia sobressair-se.
 As bandas de rua consistiam principalmente de músicos negros que tinham outras atividades de trabalho e que apenas tocavam durante o seu tempo livre. Eles também aprenderam a tocar seus instrumentos sem nenhum treinamento real. Eles aprenderam  através de um processo contínuo  de experimentação. Deste modo, desenvolveu-se uma nova forma de atuação, cheia de sons estranhos que jamais foram ensinados em escolas de música.  Pouquíssimos  músicos, por exemplo, sabiam ler música.  Eles eram forçados a tocar “ de ouvido”. Isto provou ser uma influência liberal. Eles pegavam  canções e melodias familiares, faziam modificações graças ao ilimitado uso de sua imaginação e habilidade.  Gradualmente, através dessa liberdade de expressão de cada um, desenvolveu- se um novo estilo de atuação. Guiados somente pelo sentimento e emoção do momento, os músicos trouxeram para a sua música, novas combinações de sons.  Trouxeram também, as qualidades e dispositivos  especiais na habilidade de interpretar  sua música.  Na sua apresentação, por exemplo, eles copiaram os sons ásperos e roucos que usavam ao cantar, e fazendo isso, criaram novas espécies de tons instrumentais.
Após a primeira guerra mundial, o jazz americano espalhou-se por toda a parte. O mundo inteiro começou a bater os pés com os novos ritmos e invenções dos músicos da cidade sulista de New Orleans.  O jazz tornou-se incrivelmente popular quando os músicos negros foram capazes de colocar de lado seus instrumentos musicais simples, muitas vezes consistindo somente de um par de ossos, tocados pelo aquecimento de um no outro, e obtiveram instrumentos tradicionais manufaturados.  O nível da expressão musical  alargou-se,  e esse alargamento pediu  um novo estilo musical.
O que começou com bandas de marcha, repentinamente incluiu ragtime, blues, canções sobre trabalho e música para dançar.  Este  expressivo, vivo e inventivo estilo de música desenvolveu-se gradualmente  e  tornou-se conhecido como Dixieland Jazz (o jazz dos estados sulinos dos Estados Unidos).  A forma desenvolveu-se também na Europa,  e o jazz foi modelado de acordo com a inventividade musical dos líderes do jazz como Charles Bolden, “Bunk” Johnson, Freddie Keppard, Sidney Bechet e King Oliver.  Diferente do ragtime, este novo jazz foi prontamente reconhecido como uma importante forma de arte.
(adaptado do Capítulo 4 de “ Jazz” na música popular – John Rublowsky. Edição 1967 Por John Rublowsky, Basic Books Inc. Publishers, New York).

Plantações e Escravidão

No Sul dos Estados Unidos da América, onde as fazendas ou grandes plantações formavam a principal forma de trabalho,  a escravidão do homem negro tornou-se um negócio muito lucrativo. Os traficantes de escravos europeus e americanos  capturavam os negros na África, traziam para a América e os vendiam aos colonizadores  sulistas. Os escravos eram usados nas plantações para colher o tabaco, o algodão, cana de açúcar e fazer todo o trabalho pesado.  As plantações de algodão necessitavam de muitos e muitos escravos  porque a demanda pelo algodão crescia, e assim em poucos anos mais de um milhão de negros foram carregados para a América pelos traficantes.
A vida para esses escravos era intolerável porque a escravatura freqüentemente separava  as famílias negras, tirando as crianças dos seus pais,  os maridos de suas mulheres. Eles viviam em cabanas, a comida era escassa, e recebiam severas punições por  mínima ofensa. Muitas leis eram editadas contra os negros livres e os escravos, por que os colonizadores tinham medo que os negros livres pudessem liderar revoltas.
Em 1860 cerca de 4.500.000  negros estavam nos Estados Unidos e menos de 500.000 eram livres. Alguns compraram sua própria liberdade, mas os negros livres freqüentemente tinham dificuldade para sobreviver. Muitos Estados restringiam as espécies de trabalho onde um Negro poderia ser empregado;  trabalhadores brancos do Norte freqüentemente recusavam-se a trabalhar ao lado de um negro, e estes eram também obrigados a carregar uma licença  e não podiam mover-se para onde quisessem.  Houve alguns movimentos para a abolição da escravatura, como também escritos interessantes como a novela de Harriet Beecher Stowe “ Uncle Tom’s Cabin”
( A cabana do Pai Tomás) que focava nacionalmente o problema da escravidão, mas muitos anos se passaram antes que a escravidão fosse abolida.

                                                       MOVIMENTOS PELA PAZ

Martin Luther King não foi o primeiro homem a organizar uma demonstração de não-violência  contra a segregação racial, a discriminação e a liberdade dos povos.
Muito anos antes, Gandhi havia feito esforços heróicos para libertar a Índia da Inglaterra e empregou uma variedade de técnicas, desde greves gerais a boicotes,
marchas, desobediência civil maciça e resistência passiva e não violenta.
Luther king organizou  muitas manifestações. Em 1963, ele liderou uma grande marcha em Birmingham, Alabama, para protestar contra a discriminação racial e em 28 de agosto do mesmo ano, mais de 200,000 pessoas marcharam com ele em Washington, D.C. exigindo os direitos civis dos negros. Em  parte pelo resultado dessa manifestação maciça, o Congresso passou o Ato Civil de Direitos em l964 e o Ato de Direito ao Voto em l965.
Nos anos 60, grupos pacifistas organizaram marchas e resistência não violenta para manifestando a oposição contra o envolvimento dos Estados Unidos na guerra do Vietnam e também pedindo o desarmamento e o fim da ameaça de guerra nuclear.

WHEN THE SAINTS GO MARCHING IN
Oh when the saints go marching in
Oh when the saints go marching in,
Oh Lord I want to be in that number,
When the saints go marching in.

Oh when the moon goes down in blood
Oh when the moon goes down in blood,
Oh Lord I want to be in that number,
When the moon goes down in blood.

And when the rebel nation comes,
And when the rebel nation comes,
Oh lord I want to be in that number,
When the rebel nation comes.

And when the trumpets have to call,
And when the trumpets have to call,
Oh Lord I want to be in that number,
When the trumpets have to call.

Oh when the saints go marching in
Oh when the saints go marching in,
Oh Lord I want to be in that number,
When the saint goes marching in

Esta canção, tradicionalmente um hino protestante, mais tarde tornou-se uma das maiores canções populares do Jazz. Muitos versos desta canção foram tocados por grandes artistas de jazz, entre eles Louis Armstrong e Lionel Hampton.
A frase “ The Rebel nation” – significa os estados sulinos, os estados escravagistas, que formaram a Confederação durante a Guerra Civil Americana nos Estados Unidos entre 1861 e 1865.


LOUIS ARMSTRONG

Daniel Louis Armstrong nasceu em New Orleans em 4 de Julho de 1900. Sua infância foi muito pobre e difícil. Aos 13 anos  ele foi enviado para um orfanato, aonde ele iniciou sua vida de músico. Na realidade, o instrutor musical do orfanato convidou Luis para juntar-se à banda da escola e Louis tocou tamborim, tambor e  “bugle” ( trompa, corneta ou clarim). Finalmente, ele tentou o cornetim. O jovem tornou-se o maior jazzman de todos os tempos, um gigante entre os músicos americanos de jazz.
Para muitas pessoas ele foi  “Satchmo”, o nome que  recebeu  por acaso quando um editor de um jornal britânico, erroneamente entendeu o nome como “satchelmouth”, originalmente dado a ele pela sua boca muito grande e sorridente. Mas qualquer que seja o nome pelo qual foi conhecido, seu trompete, sua voz grave, seu canto  ‘scat’ (o modo como ele usava sua voz para cantar variações sem ter o que dizer na melodia), aumentou o valor de Louis Armstrong para o mundo.  Por causa de Satchmo, o estilo do Jazz mudou.  Sua influência não somente trouxe uma nova liberdade rítmica ao músico,  e uma ênfase no solista de jazz e não no grupo.   Nunca antes na história da música negra um indivíduo dominou completamente essa arte.
O estilo de Louis Armstrong foi copiado por saxofonistas, trombeteiros, cantores, pianistas e por todos os instrumentalistas  que compõem jazz. Armstrong morreu em 6 de Junho de 1971.


GOSPEL

GOSPEL= EVANGELHO                             GOD= DEUS                                SPELL= PALAVRA

Palavra de Deus, gospe.... um nome moderno para a palavras daquele que vive desde e para todo o sempre!
Gospel é a evolução do Spirituals, que foi anterior ao Blues, cancões envangélicas ou salmos entoados pelos
escravos negros africanos que desembarcavam nos Estados Unidos. 
Os hinos evangélicos com arranjos começaram a aparecer mais ou menos nos anos 20 do século passado.
Contrário aos Spirituals, sua mensagem é de boas novas, mostra a alegria e as bênçãos de se estar vivendo,
agradece o perdão dos pecados e tem o propósito maior de LOUVAR A DEUS ACIMA DE TODAS AS
COISAS. É alegre e ritmado em sintonia com o livro dos Salmos onde diz:  "Façamos uma música alegre para o Senhor, cantemos com voz forte".

fonte: Spiritual - jazz - desconhecida
fonte: Gospel -Toque Teclado Fácil- Daise Publicações Musicais


quarta-feira, 6 de julho de 2011

CANTINHO DA POESIA

"Você"
Você traz emoção ao meu coração
me faz bem...
feliz você me faz...
sorrir sempre mais...
vou te amar e admirar
a vida e você
que é todo amor
com quem te ama
e acredita em você
que merece tudo que tem
na vida e no amor
também...
faz sonhar e amar
a quem te quer bem
mais feliz...
na vida faz nascer, faz crescer,
faz viver o amor em você.
 
                                                                   autora: Kelly Medeiros
postado por Yara Virginia - 6/7/2011-19.18

domingo, 26 de junho de 2011

Ensaio Aberto

Olá Amigos,



O Coral Vozes da Cantareira fará um Ensaio Aberto, sobre o tema escolhido para este Ano



ÁGUA,



no dia 29 de Junho às 19.30 h, no Auditório 1, térreo, na Faculdade Cantareira.



Convidamos vocês para assistir o nosso ensaio e participar da nossa Festinha de encerramento do 1º semestre logo após o término do Ensaio.



ATENCIOSAMENTE

CORAL VOZES DA CANTAREIRA

sábado, 11 de junho de 2011

Caderno Águas _ Verde e Meio Ambiente

Caderno das águas - da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo.


A água é um recurso finito que deve ser bem-utilizado e devolvido aos mananciais com qualidade e em quantidade suficiente para restabelecer seu ciclo. O acesso à água é desigual. Em alguns lugares há bastante desperdício, mas há escassez e disputa por água em diversas partes do mundo. A água está tão presente no nosso cotidiano que poucas vezes refletimos sobre questões como: de onde vem a água que bebemos, da torneira que abrimos...onde está a água de nossa cidade? De onde vem? Por onde passa? Para onde vai? Olhando o mapa dos recursos hídricos da cidade de São Paulo, podemos ver o desenho de nossas águas em todo o corpo da cidade. Porém, quando andamos pelas ruas, nem sempre vemos ou reconhecemos esses cursos de água que mantêm a vida. Muitos estão escondidos, foram canalizados. Outros foram tão poluídos que não podemos mais reconhecê-los. O fato é que essa riqueza natural, tão generosa em nosso território, está ameaçada. O que fizemos das nossas águas? O que é possível fazer para que essa fonte de vida seja protegida, recuperada? Como garantir que nossos filhos, netos e as futuras gerações possam ter água limpa e acessível para vidas saudáveis? Conhecer é um passo para transformar a situação.Mas, é preciso um outro passo, capaz de transformar o conhecimento em mobilização e a mobilização em açãoJá tivemos uma relação respeitosa e amorosa com os nossos rios e mananciais, podemos refazer essa conexão, reconhecendo-nos como parte da teia da vida. Este caderno, que traz o mapa hidrográfico do município,tem o objetivo de lembrar a todos nós, cidadãos de São Paulo, sobre as nossas águas. O mapa ajuda a reconhecer essa riqueza natural que é imprescindível aos seres viventes e a colocar na nossa agenda um compromisso com essa fonte de vida.